terça-feira, 20 de outubro de 2015

Movimentos sociais e sindicais anunciam frente de esquerda.


Movimentos sociais e sindicais anunciaram hoje (6), em São Paulo, a criação de uma nova frente de esquerda que vai protestar contra o ajuste fiscal e o conservadorismo e pedir a taxação dos ricos e a urgência das reformas agrária, tributária e urbana. É a Frente Povo Sem Medo, que será lançada na quinta-feira (8) com um ato a partir das 18h no Centro Trasmontano, no centro da capital paulista.
A Frente Povo Sem Medo é constituída por 27 movimentos sociais e sindicais de atuação nacional, além de movimentos regionais, segundo Guilherme Boulos, um dos líderes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). O símbolo da Frente é o mesmo de uma escultura do Memorial da América Latina, em São Paulo: uma mão aberta com o mapa do continente em vermelho, lembrando sangue, concebido pelo arquiteto Oscar Niemeyer.

Em seu manifesto, a Frente Povo Sem Medo declara: “No momento político e econômico que o país tem vivido, se torna urgente a necessidade de o povo intensificar a mobilização nas ruas, avenidas e praças contra esta ofensiva conservadora, o ajuste fiscal antipopular e defendendo uma saída que não onere os mais pobres”.

O documento é assinado por 27 movimentos, entre eles, o MTST, a CUT (Central Única dos Trabalhadores), a CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), a UNE (União Nacional dos Estudantes) e a Intersindical. Povo sem Medo é a segunda frente formada por movimentos de esquerda, depois Frente Brasil Popular, lançada em setembro e constituída por movimentos sociais e sindicais tais como a CUT, a CTB e a UNE, que compõem as duas frentes, além do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e partidos políticos como o PT e PCdoB. Na nova frente, os partidos políticos ficaram de fora, embora ela conte com apoio de diversos parlamentares.

Ambas as frentes também são contra o impeachment da presidenta da República Dilma Rousseff. “A posição da Frente é contra qualquer saída à direita para a crise política no país. Entendemos que o impeachment para a entrada de Michel Temer (vice-presidente) ou para a chamada de novas eleições é uma saída à direita”, disse Guilherme Boulos. A data para a primeira mobilização de rua já está marcada: será no dia 8 de novembro..


Meu comentário;

Todo país com população pobre e ditadores enrustidos inicia do mesmo modo, com a valorização dos tais "movimentos sociais" que são na realidade uma massa de manobra marxista e ditatorial, organizações que com o pretexto de representar direitos na realidade funcionam como comitês sociais de uma esquerda que deseja tornar nosso país uma república Venezuelana.

Povo sem medo? Medo do quê? Em uma democracia saudável o que tenho medo é que ela seja adoecida e enfraquecida por movimentos como estes que ameaçam a ordem pública.

Pr. Junior Sarmento.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Deus tem ciúmes de mim? Deus sente ciúmes?

Você pergunta: Dia desses ouvi na igreja uma música do Ministério Livres Para Adorar, que se chama “Ele me ama”. Essa música começa com uma frase que achei meio estranha: “Ele tem ciúmes de mim…”. Na Bíblia diz que o ciúme é pecado. Então, como Deus pode ter ciúmes se é pecado? Deus tem ciúme de mim? Como você pode me explicar isso biblicamente?
Não vamos analisar a letra da música desse grupo de louvor porque não vem ao caso nesse momento.


(1) Analisando a Bíblia vemos que existe sim menção de que Deus tem ciúmes; observe o texto de Ezequiel 8.3: “Estendeu ela dali uma semelhança de mão e me tomou pelos cachos da cabeça; o Espírito me levantou entre a terra e o céu e me levou a Jerusalém em visões de Deus, até à entrada da porta do pátio de dentro, que olha para o norte, onde estava colocada a imagem dos ciúmes, que provoca o ciúme de Deus.”. Nessa ocasião o Espírito mostra ao profeta Ezequiel a idolatria em que o povo de Deus estava vivendo, distantes dos caminhos Dele. E vemos claramente que havia certa imagem, que em especial, provocava esse ciúme em Deus.

(2) Porém, precisamos avaliar corretamente a forma ou o tipo desse “ciúme” que Deus tem. Estamos acostumados com a definição do que é o ciúme humano, que é definido pelo dicionário Priberam online como:
“1. Receio ou despeito de certos afetos alheios não serem exclusivamente para nós. 2. Inveja. 3. Receio.”. Nesse sentido o ciúme humano é algo doentio, que desequilibra mental e espiritualmente o ser humano e, muitas vezes, o leva a atitudes descabidas baseado nesse sentimento egoísta. Esse tipo de ciúme é chamado na Bíblia de obra da carne e não deve estar na vida do crente:“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, …” (Gl 5.19-20 ).

(3) Já esse ciúme atribuído a Deus em alguns versos da Bíblia, é algo bem diferente do ciúme humano pecaminoso, é algo como o “lado bom do ciúme”. Poderíamos compreender melhor esse significado usando o sinônimo “zelo”. Deus é zeloso pelo Seu povo e também pela Sua própria glória. Um dos dez mandamentos dados por Deus fala sobre isso: “Não as adorarás, nem lhes darás culto; porque eu sou o SENHOR, teu Deus, Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” (Ex 20. 5).

(4) De nenhuma forma Deus demonstra nas Escrituras Sagradas um ciúme desequilibrado e que possa ser comparável ao ciúme humano. Ele é o Criador de todas as coisas, o Soberano, por isso, Seu zelo (ciúme) exige que Suas criaturas andem de acordo com Sua vontade. Esse zelo de Deus é uma proteção aos Seus filhos amados, que Ele não deseja que se percam e andem em caminhos contrários à Sua palavra. Não vemos na Bíblia menção de Deus tendo ciúmes por qualquer coisa sem sentido. A menção desse ciúme de Deus sempre está no contexto de quando o povo abandona o Senhor e segue outros deuses, causando justa indignação do Senhor. Deus é claro quanto a isso: “Eu sou o SENHOR, este é o meu nome; a minha glória, pois, não a darei a outrem, nem a minha honra, às imagens de escultura.” (Is 42. 8). Esse é o ciúme de Deus mencionado na Bíblia.

(5) Vemos também registrado na Bíblia, por exemplo, em Ezequiel 16.42 o ciúme de Deus como sinônimo da aplicação da sua ira contra os pecadores contumazes: “Desse modo, satisfarei em ti o meu furor, os meus ciúmes se apartarão de ti, aquietar-me-ei e jamais me indignarei”.

(6) Assim, fica claro que não existe qualquer relação entre o ciúme atribuído a Deus, totalmente legítimo, e o ciúme que vemos presente no ser humano, descontrolado, que a Bíblia chama de obra da carne.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Netanyahu cala Assembleia da ONU ao denunciar acordo nuclear com Irã: Premiê pediu para que mundo "pensasse no que fez"

Cerca de 24 horas após o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, afirmar diante da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, que pode abandonar os acordos de paz,  quem usou a palavra foi o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Em um discurso considerado histórico, calou durante cerca de 45 segundos os representantes diplomáticos ali reunidos. Netanyahu denunciou o acordo nuclear das potências mundiais com o Irã.
Ele disse que aquele tempo devia servir para que o mundo “pensasse no que fez” em relação às ameaças de Teerã de destruir o Estado judeu. O silêncio do auditório, ironicamente, parece ter falado mais alto.
O premiê afirmou que seu governo “fará de tudo” para defender-se e reiterou que seu país está pronto a retomar “imediatamente” as conversas sobre paz com os palestinos.
“Após 70 anos do assassinato de 6 milhões de judeus, líderes iranianos prometem destruir meu país, matar meu povo. A resposta desta assembleia, de quase todos os governos aqui presentes, foi inexistente. Silêncio total. Silêncio ensurdecedor”, enfatizou.
Deixou ainda uma mensagem aos líderes do Irã: “seu plano para destruir Israel fracassará. E esta é a minha mensagem aos países da ONU: sejam quais forem as resoluções que vocês adotarem neste local, Israel fará todo o possível para defender seu Estado e seu povo”.
Netanyahu lembrou que as Nações Unidas são sempre rápidas em criticar e se postar contra Israel, mas tem falhado em impedir a morte de cerca de 300.000 civis na Síria.
Apesar das dificuldades crescentes nas relações com o governo Obama, o primeiro-ministro israelense tem uma visita agendada na Casa Branca mês que vem. Com informações de Jerusalém Post
Assista:




terça-feira, 29 de setembro de 2015

A intolerância religiosa sob a ótica do direito eclesiástico! Como pode ser protegido o direito à religião e a manifestação de fé de cada um? Existe base legal para garantir esse direito?

Passadas as manifestações calorosas sobre homoafetividade/homofobia, casamento entre homossexuais e as demais nuances que envolvem essas questões, o tema “intolerância religiosa” parece ser a bola da vez.
Note-se que todas essas questões colocam em xeque a liberdade religiosa e, portanto, não é a toa que as discussões a respeito são tão polêmicas.
Falar sobre liberdade religiosa é sempre muito complexo, vez que entramos na esfera de intimidade de cada indivíduo; a fé interior de cada um, a crença que cada um tem é um sentimento particular e inatingível. Não há como impor a alguém crer ou não crer em algo. No máximo, pode-se obrigar alguém a praticar uma determinada religião, mas isso não necessariamente indica que a pessoa crê nisso.
Vivemos num país laico onde a liberdade religiosa impera. Isso significa que não temos que nos sujeitar a uma religião imposta pelo Estado, bem como temos o direito de praticar o culto, de acordo com nossa fé, e, ainda, termos esse nosso direito, protegido. É o que reza nossa Constituição Federal, em seu artigo 5o. inciso VI:  “VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas liturgias.”
Mas, se ao Estado cabe proteger os direitos individuais e coletivos, ao indivíduo cabe a obrigação de respeitar tais direitos, por óbvio. Ora, o desrespeito ao direito à liberdade religiosa, sem dúvida, implica em uma infringência à ordem legal.
Vale ressaltar que a liberdade religiosa não é apenas um direito, mas um complexo de direitos que englobam além da liberdade de crença, o direito ao culto, à organização religiosa e o respeito à religião.
Portanto, quando falamos em intolerância religiosa, estamos diante de várias possibilidades: a ofensa pessoal, a ofensa coletiva, a ofensa subjetiva (relativa a própria fé) e a ofensa objetiva (relativa às práticas de culto e aos objetos sagrados, por exemplo).
São diversas as possibilidades de manifestações de intolerância religiosa e podemos até dizer que no Brasil os fatos envolvendo essa situação sempre foram raros, consequência da própria liberdade religiosa que vivemos.
No entanto, estamos experimentando um novo posicionamento geral da sociedade – que muitas vezes mais nos parece uma perseguição aos cristãos –  em que qualquer opinião contrária ou a própria manifestação de fé pode ser taxada de intolerância religiosa. Por exemplo, se um pastor em um culto manifesta seu descrédito em relação à outra religião, pode ser acusado de fomentar a intolerância religiosa!
Nesse compasso, não seria a alegação da intolerância religiosa um verdadeiro contrassenso  ao direito da liberdade religiosa??
Parece estarmos diante de um impasse. Podemos professar nossa fé, mas ser contrário a outro tipo de fé, não??
Ora, a liberdade religiosa parece encontrar resistência na sua ‘prima’, a intolerância religiosa. O que deveria ser liberdade religiosa, agora surge como intolerância religiosa?!? Como lidar com tal questão? Como mensurar até onde se dá a liberdade religiosa, sem que ela mesma seja tratada como intolerância religiosa, quando a questão em xeque for exatamente a religião??
Há um limiar (muitas vezes subjetivo) que deve ser observado e esse está ligado ao respeito à religião, direito esse protegido pela nossa Constituição Federal, como já dito acima.
No âmbito da liberdade religiosa, há espaço para o respeito mútuo e isso é o que tem sido ignorado. É possível a convivência pacífica entre os diferentes credos; basta cada qual praticar a sua fé e não entrar na esfera de outrem. Mas a realidade está longe de ser essa e as ofensas tem se tornado cada vez mais frequentes. E, muitas vezes, as ofensas vividas acabam sendo suportadas exatamente por receio de que qualquer manifestação contrária seja considerada uma prática de intolerância religiosa.
Mas, de forma prática, diante da ofensa, como pode ser protegido o direito à religião e a manifestação de fé de cada um? Existe base legal para garantir esse direito?
A resposta é SIM.
Nosso Código Penal, em seu artigo 208, tipifica como crime o desrespeito não só a prática de culto, mas à própria pessoa, por motivo religioso. Vejamos:
Art. 208 – Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso:
Pena – detenção, de um mês a um ano, ou multa.
Parágrafo único – Se há emprego de violência, a pena é aumentada de um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.
Com base no ordenamento legal em questão, podemos concluir que com a mesma pena que uma pessoa que ofender alguém por motivo religioso, será julgado aquele que perturbar culto religioso. Há, portanto, proteção à fé professada pelo pastor, em um culto, e essa sua manifestação de fé não poderia, portanto, ser taxada de intolerância religiosa, se ela não se der, por óbvio, de forma desrespeitosa à nenhuma outra religião.
Da mesma forma, e com base no mesmo ordenamento legal, podemos tipificar como crime a conduta do cidadão que num evento público achou por bem profanar a figura de Jesus Cristo, crucificado na cruz,  travestido. Ora, ele desrespeitou não só a religião em si, mas, no mínimo, um sem número de cristãos, sejam eles evangélicos ou católicos.
Temos, portanto, que a manifestação de fé de cada indivíduo, ainda que exercida de forma coletiva, merece respeito e possui proteção legal que pode e deve ser aplicada quando houver desrespeito à religião, seja no âmbito pessoal ou coletivo, de modo que a intolerância religiosa deverá sempre ser analisada sob a ótica do Direito Eclesiástico, permeando todas as nuances do direito à religião, abraçadas pela nossa Constituição Federal.
por Dra. Taís Amorim de Andrade.

domingo, 27 de setembro de 2015

O Novo Império de Roma.


A revista é a Times, uma das mais "respeitadas" do mundo, a foto, do mais novo garoto propaganda do Romanismo, Francisco, já a legenda diz muito mais do que uma frase: The New Roman Empire ( O novo império Romano).

A visita do líder católico aos Estados Unidos está criando laços nunca antes traçados pelo romanismo, o discurso no congresso americano e na casa branca denotam que o império econômico do mundo está fomentando novamente um antigo império religioso que nunca deixou de buscar o poder absoluto.

O discurso papal? Sustentabilidade. O que isso tem haver? Tem haver com uma aparente solução que dará lugar a influência que gera o poder e por fim o absolutismo. Baseado em um foco que todos compram, surgem idéias que nem todos concordam.

Quem estuda a palavra de Deus não pode se esquecer nesse momento de Ap 13, que entre tantas coisas diz:

(Apocalipse 13:2) - E a besta que vi era semelhante ao leopardo, e os seus pés como os de urso, e a sua boca como a de leão; e o dragão deu-lhe o seu poder, e o seu trono, e grande poderio.
(Apocalipse 13:3) - E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta.
(Apocalipse 13:4) - E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
(Apocalipse 13:5) - E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses.
(Apocalipse 13:6) - E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu.
(Apocalipse 13:7) - E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação.


Há algo a se pensar! E rápido!

Abraços.
Pr. Junior Sarmento.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Notícia comentada: Pastor Lucinho chama críticos de Thalles Roberto de “lixo”!


As declarações polêmicas do cantor Thalles Roberto atraíram muitos críticos, pessoas que não pouparam palavras para demonstrar sua indignação com o que o artista falou sobre cantar no secular e sobre ser melhor que os demais cantores do gospel.
Mas essas críticas deixaram o pastor Lucinho Barreto, da Igreja Batista da Lagoinha, impressionado. Tanto é que durante um culto ele falou diretamente para aqueles que usaram a internet para falar contra o Thalles.
“Eu estou muito assustado com o tanto de gente falando mal do Thalles. Será que ele deixou de ser nosso irmão?”, questiona.
Lucinho afirmou que o que aconteceu com o Thalles não foi por causa do artista, mas sim pelas pessoas. “Foi para mostrar o nosso coração!”.
Segundo ele, “Jesus colocou um tubarão no aquário para ver a reação dos peixes e não do tubarão”.
O ódio expressado por muitos contra o cantor deixou o pastor que é líder dos jovens bastante preocupado. “Se você vai para a internet e mete o pau no cara que tipo de cristianismo é esse, seu lixo?”, indaga ele recebendo muitos aplausos da plateia.
“Estou impressionado com o nível de idiotice e de gente que pede para que alguém se levante para abençoá-lo sendo que é o primeiro a pegar uma pedra e jogar em alguém que você suspeita que erro. Suspeita, porque você não é tribunal superior de nada!”
Meu comentário: 

Tenho admiração pelo pastor Lucinho e sua trajetória, inegavelmente ele se constituiu como uma referência para os jovens evangélicos da nossa nação,curto suas pregações, penso no entanto, que ele foi infeliz no modo como defendeu seu amigo Thalles Roberto.

Está cada vez mais perigoso essa onda de midiatismo que ronda o mundo evangélico, pois estas discussões e alterações devem-se justamente ao fato de que nossos “artistas” possuem a certeza de que tudo que falam e pensam é uma sentença que não deve ser questionada.

O cantor Thalles errou em suas palavras, errou em suas atitudes recentes e errou na maneira como recebeu críticas, aliás, para tanta fama que possuem, esse pessoal já deveria ter aprendido a se comportar. Revolta e discursos pejorativos como o do Pr. Lucinho só escancaram a falta de maturidade a que estamos expostos. Sei que no calor de uma pregação muita coisa pode acontecer, mas temos que saber nossos limites.

Também não sou a favor de expor nossas opiniões sem filtro nas redes sociais, tampouco quando expõem a noiva do cordeiro, mas penso que foi uma reação natural das pessoas que assistiram o cantor Thalles Roberto dançando com artistas globais na maior felicidade e cantando músicas que tenho certeza, não foram compostas para louvar a Deus!!

O que isso tem de ruim? Tem de ruim que alguns princípios nunca irão mudar, Thalles e seus defensores deveriam aprender mais sobre a igreja do que sobre o mundo. Ser palhaço de Filisteu não parece ser algo que devamos aplaudir.

Ter opinião não é julgar, qualquer cristão com o mínimo de consciência sabe disso, aliás, a atitude cristã de acolher os pecadores nunca foi tão mal interpretada como em nosso tempo, em nome de amar as pessoas estamos falando, dançando, vivendo, se vestindo e pensando como elas, absorvendo sua identidade e não influenciando com a identidade de Cristo.

Tenho direito de opinião e não sou “lixo” por isso Sr. Lúcio Barreto Júnior. Claro! Retiro minhas palavras se Deus essa noite me revelar que o Sr. é acima da média. 

Pr. Junior Sarmento.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

As novas investidas do Romanismo.



Nas últimas décadas vimos as igrejas evangélicas se multiplicarem e uma conseqüente evangelização do Brasil o que resultou em muitas pessoas que saíram do sistema Romanista para o que chamam de “crentes”.

Porém a igreja dita “oficial” se acordou, com o novo papado reconheceu-se uma ala evangélica-católica que há muito estava sendo preparada para este momento mas não era totalmente aceita, os chamados carismáticos, que dançam, falam, cantam como se evangélicos fossem.
O Romanismo no entanto é como um ogro que tenta se disfarçar de princesa, nunca vai dar certo, pelo menos para aqueles que possuem visão.

Para aqueles que desejam ser religiosos por desencargo de consciência nada os incomoda.
Historicamente ele age da mesma forma, ou seja, não interessa sua crença, seus valores ou suas prioridades desde que você esteja conosco.

Não é de hoje que os discursos amorosos de Jesus são interpretados para o aceite de qualquer coisa, até mesmo evangélicos utilizam para isso, numa clara falta de conhecimento do caráter de Cristo e de Sua palavra. Conhecimento este que não é prioridade para aqueles que pulam para fora em qualquer confronto de caráter quando colocados a prova.

Os grandes evangelistas dos primeiros séculos foram perseguidos, tradutores da bíblia mortos, mães separadas de filhos cujo único pecado era a leitura da bíblia, propriedades confiscadas e riquezas convertidas em palácios para o clérigo, esse foi o Romanismo de séculos e não mudou da noite para o dia.

O ogro poderá sim vestir-se como princesa, mas nunca será uma noiva.

Há algo a se pensar!

Pr. Junior Sarmento. 

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Satélite mostra Irã “limpando” possível local de bomba nuclear!! Congresso americano votará seu apoio (ou não) ao acordo assinado por Obama no mês que vem.



O mundo ainda não teve acesso a todos os detalhes do acordo nuclear das Nações Unidas com o Irã – e talvez nunca terá. Isso tem gerado uma intensa cobrança de Barak Obama, maior “fiador” do fim das sanções comerciais contra os iranianos,
A rede CNN divulgou imagens de satélite que provariam que o governo iraniano está “limpando” sua instalação nuclear militar em Parchin antes das inspeções previstas no acordo nuclear recém-assinado com as potências mundiais.


Esse seria um indício claro de que o regime de Teerã estaria ocultando evidências. Imediatamente, membros do Congresso americano passaram a afirmar que essas obras no complexo militar poderiam complicar as inspeções por parte do órgão regulador nuclear da ONU, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
O Congresso americano votará seu apoio (ou não) ao acordo assinado por Obama no mês que vem. O presidente americano tem defendido que uma rejeição dos congressistas resultará em uma “chuva de mísseis sobre Israel”.
Parchim sempre foi apontada por serviços de inteligência como o local onde o Irã desenvolvia sua bomba nuclear. Desde 2005 os fiscais da AIEA estão proibidos pelo governo iraniano de inspecionar o complexo militar.
Em outubro de 2014, ocorreu naquele local uma grande explosão, cujas causas nunca foram esclarecidas.
A comissão do Irã perante as Nações Unidas afirmou em comunicado que existe um “amplo trabalho de construção” numa estrada perto do complexo de Parchin, e nega que as imagens revelem um “disfarce apressado”. Com informações Jerusalém Online